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“Mãe, hoje eu fiz uma professora chorar”: a filha conta o lindo gesto que fez para um colega de classe

19 Abril 2021 • Por Roberta Freitas
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Ensinar as crianças a terem empatia deve ser uma das principais prioridades da família e também da escola, porque muitas vezes a inteligência emocional é muito mais valiosa do que um QI particularmente alto. O mundo e toda a humanidade, certamente, ganhariam em todos os aspectos. Felizmente, estamos testemunhando vários casos em que essa empatia surge na hora certa. Kristin Banga Adair sempre faz uma brincadeira com a filha quando pega ela na escola: contar os melhores e mais belos momentos do dia e os momentos mais difíceis, dos quais menos se orgulha. Um dia, a filha de Kristin disse à mãe que ela teve um momento tão bom e importante, que superou qualquer outra experiência daquele dia. As palavras com que ela começou, no entanto, deixaram Kristin estranhamente alarmada: "Mãe, hoje fiz uma professora chorar na escola". Na verdade, Kristin pode ficar mais do que orgulhosa de sua filha.

A filha de Kristin contou à mãe que naquele dia, na aula de artes, um colega com síndrome de Tourette se jogou no chão e começou a gritar. Por causa da Síndrome, que é um distúrbio neurológico caracterizado por tiques múltiplos repetidos, como sons repentinos e sem direção e espasmos musculares,o menino se comporta de maneira "estranha" e não natural para a maioria de seus colegas de classe. Naquele dia, no auge de um ataque repentino, o menino se jogou no chão e todos riram dele. A filha de Kristin, presenciando aquela cena, percebeu o quão injusta era aquela reação da turma com aquele menino e decidiu agir de forma diferente. Em vez de zombar dele, ela se deitou no chão com ele! Imediatamente, todos os outros pararam de rir ou zombar daquele garoto.

Naquele momento, uma professora de apoio, assim como a mãe do menino, que havia aparecido naquela aula e tinha presenciado toda a cena, imediatamente correu aos prantos para abraçar a filha de Kristin. A mãe do menino também agradeceu o gesto gentil, pois nem todos são capazes de aceitar a diversidade de seu filho.

Para sua mãe, a jovem relatou que o abraço que recebeu daquela professora foi tão próximo e cheio de carinho, que superou até os abraços da “Tia Jenna”. Kristin teve um momento de emoção ao ouvir a história da filha, mas em meio às lágrimas ela conseguiu voltar para casa. Claro, ela repetiu para a filha o quanto estava orgulhosa dela e de seu gesto.

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Uma história que sublinha a importância do diálogo entre pais e filhos, especialmente no que diz respeito ao "diferente": as crianças devem ser educadas para a empatia e a diversidade. Ter empatia significa saber ver a realidade com os olhos dos outros e saber ouvir com outros ouvidos. Resumindo, significa saber sentir o mundo com o coração do outro.

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