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Ela foi humilhada em um jogo de basquete porque tem síndrome de Down: 3 jogadores intervém para defendê-la

Por Roberta Freitas
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Em uma época em que o bullying se apresenta como um fenômeno muito difundido nas escolas de ensino médio de todo o mundo, esse tipo de história nos tranquiliza um pouco e renova a esperança na raça humana e em um futuro melhor. Sabemos que o período da adolescência na escola pode ser difícil, se não um verdadeiro pesadelo para quem enfrenta mais desafios, todos os dias de sua vida. Este poderia ter sido o caso de Desiree Andrews, uma jovem líder de torcida com síndrome de Down. Desiree foi ridicularizada publicamente por sua condição durante um jogo de basquete - felizmente, três jogadores intervieram em sua defesa, dando uma lição de vida para aqueles que a criticaram sem motivo.

Desiree tem 14 anos e é uma das líderes de torcida da Lincoln Middle School. Ser uma cheerleader sempre foi seu sonho - um sonho que tomou forma quando, pela primeira vez, ela viu um episódio de Glee no qual uma garota com Síndrome de Down era líder de torcida. Obviamente, para Desiree, fazer parte da equipe significa muito mais: é uma experiência que a ajuda a fortalecer sua autoestima e a faz se sentir mais confiante. Infelizmente, nem tudo são rosas na vida de uma adolescente, e muito menos na de uma garota com Síndrome de Down que é considerada "diferente" dos agressores de plantão.

Durante um jogo de basquete, algumas pessoas ignorantes na multidão começaram a zombar de Desiree. É exatamente assim que os agressores geralmente agem: de uma maneira covarde, optando por atacar os menores e mais fracos. No entanto, Desiree demonstrou ter uma força interior enorme, como evidenciado pela história de seu pai, Cliff Andrews. Este último se esforçou para ignorá-los, mas ficou profundamente zangado com o que estava acontecendo com sua filhinha. Qualquer pai ficaria furioso e, provavelmente, cego pela raiva, teria usado até a força física para acabar com essa situação. "Ela viu que eu estava com raiva", disse Andrews em uma entrevista. "Ela me abraçou e me olhou nos olhos e disse: Pai, está tudo bem. Eu os amo mesmo assim, mesmo que não gostem de mim."

Foi nesse ponto que os três jovens jogadores de basquete, Chase Vasquez, Scooter Terrien e Miles Rodriguez entraram em ação. A postura deles em defesa de Desiree fez com que o jogo parasse. "Ficamos realmente bravos com o que estava acontecendo. Falamos ao diretor de esportes que deveria dizer para pararem", disse Rodriguez. 

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Após essa experiência, todos os alunos estão mais conscientes e desenvolveram uma maior sensibilidade em relação ao tema do bullying, e Desiree agora tem algo muito semelhante a uma equipe, que a apoia dentro e fora do campo. Agora, a cada jogo, ela é apresentada como parte integrante da formação. E a academia onde tudo aconteceu foi renomeada como "D's House"  em homenagem a Desiree. A jovem líder de torcida reconhece como essa experiência foi especial para ela.

Como os meninos que se apresentaram para defendê-la disseram: "somos todos iguais".

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