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O sacrifício de uma mãe: para poder…
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O sacrifício de uma mãe: para poder ter o seu bebê, esta jovem decidiu interromper a quimioterapia

Por Roberta Freitas
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Existem muitas histórias devastadoras que, apesar de seu grau de desespero, ainda conseguem transmitir alguma esperança para o futuro. A história de Jennifer Michelle Lake é definitivamente uma história dolorosa, mas ainda uma história que fala de coragem e escolhas pessoais. Ela era uma adolescente americana como muitas outras, com um namorado amoroso e uma vida cheia de esperança para o futuro. Seus sonhos, no entanto, foram subitamente quebrados no dia em que os médicos a diagnosticaram com um câncer no cérebro. Ninguém está pronto para receber essas notícias, muito menos uma menina de 16 anos.

Em vez de viver sua adolescência de maneira despreocupada, Jennifer teve que enfrentar a árdua batalha contra a sua terrível doença. Inicialmente, os médicos informaram que o tumor tinha cerca de 2 cm de largura, mas, após realizar uma série de outros testes, verificou-se que a situação era ainda pior do que eles esperavam no início: o tumor estava maior e, infelizmente, já havia se espalhado para outras partes do corpo.

Os médicos foram imediatamente claros sobre suas chances de sobrevivência: mesmo que ela tivesse decidido fazer quimioterapia, suas chances de derrotar a doença continuavam muito baixas. Além disso, ao se submeter a tratamentos, ela se tornaria estéril - para uma mulher que sonha com o dia em que se tornará mãe, essa é mais uma notícia devastadora.

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"Eles nos disseram que ela não poderia engravidar, então não nos preocupamos", disse Nathan, seu namorado de 19 anos. Em vez disso, "o milagre" aconteceu: inesperadamente, Jennifer ficou grávida do namorado, tornando a situação ainda mais complicada do que já era.

A esse ponto, Jennifer teve que tomar uma decisão difícil: continuar a quimioterapia, apesar das poucas chances de sobrevivência, e prejudicar a criança, ou parar com a terapia. Para uma jovem cujo maior desejo era aquele de ser mãe, a escolha deve ter sido quase natural.

Jennifer decidiu continuar a gravidez e dar à luz ao seu bebê: o pequeno Chad Michael.

A mãe de Jennifer, Diana Phillips, lembrou-se do dia do nascimento do neto e disse que naquele momento sua filha agarrou a mão da parteira, sussurrando: "Eu terminei, fiz o que tinha que fazer. Meu bebê estará seguro aqui."

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Apenas seis dias depois de ter seu bebê, Jennifer recebeu alta do hospital. Infelizmente, ela só conseguiu passar 6 dias com seu bebê. Quando ela morreu, o pequeno Chad estava em seus braços.

Agora, anos após a sua morte, a família de Jennifer tenta garantir que Chad saiba o que sua mãe fez por ele e quanto amor ela sentia por ele. Sua história é conhecida em todo o mundo - uma página dedicada a Jennifer também foi criada no Facebook, para lembrar seu gesto de amor.

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