Cachorro caminha 2 km todos os dias para ir ao cemitério: ele visita o túmulo de seu dono

por Roberta Freitas

12 Novembro 2021

Cachorro caminha 2 km todos os dias para ir ao cemitério: ele visita o túmulo de seu dono
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Todos nós, em um momento ou outro da vida, já experimentamos a perda de um ente querido: faz parte do ciclo da vida, afinal, nascemos, crescemos, envelhecemos, adoecemos e depois morremos, deixando um vazio intransponível e uma memória indelével em pessoas que seguiram o caminho da vida ao nosso lado, de mãos dadas. Mas muitas vezes não pensamos que o luto, entendido como a falta de uma pessoa que já faleceu, não seja um sentimento que vivem só os seres humanos, mas também os animais, como os cães, por exemplo...

via Il Corriere

Stamattina abbiamo trovato la sorpresa Fulmine ha trovato il suo amico ❤😭😭😭

Pubblicato da Sara Sechi su Mercoledì 24 febbraio 2021

A comovente história que queremos contar hoje tem como protagonista um anjo de quatro patas chamado Fulmine, que durante sete anos foi o melhor amigo de quatro patas de Leonardo Sechi, um homem idoso que vivia em uma pequena cidade na Sardenha, Itália; infelizmente, Leonardo faleceu após uma doença e, portanto, deixou um vazio intransponível no coração de sua família humana, mas não só.

Sara Sechi, filha de Leonardo, sabia perfeitamente o quão próximo seu pai era do seu cachorrinho Fulmine, afinal eles eram melhores amigos há sete anos, desde o momento em que a família tinha dado o animalzinho para ele de presente: praticamente inseparáveis!

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Qunado Leonardo faleceu, em Fulmine algo mudou para sempre: ele tinha entendido muito bem que nunca mais veria seu amado tutor e então, por instinto, ele decidiu visitá-lo todos os dias no cemitério local que estava a quase dois quilômetros de sua casa; sempre que Fulmine ia lá, ele se deitava exatamente em frente ao túmulo de seu amado dono que tinha falecido.

A imortalizar o pequeno Fulmine que vigiava o túmulo de Leonardo Sechi foi sua filha Sara, que publicou as imagens comoventes em seu perfil no Facebook, com a seguinte legenda: "esta manhã encontramos uma surpresa: Fulmine encontrou seu amigo!"

Sara tem a certeza de que Fulmine o visita no cemitério quase todos os dias: “no início não conseguia acreditar, não era possível: a casinha de Fulmine fica a dois quilômetros do cemitério, no meio do campo, como ele poderia ter encontrado o túmulo do meu pai? É verdade, a cerca tem um buraco e Fulmine pode sair com frequência, mas ele sempre fica por perto, no máximo vai brincar com o cachorro dos vizinhos. Depois me disseram que viram ele novamente no cemitério. Eu acho que ele vai dizer olá para o meu pai todos os dias".

O cachorro é o melhor amigo do homem, dizem; e depois de ler esta história, podemos apenas concordar.

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