Uma menina de 9 anos não é convidada por seus colegas: "ela é muito gorda, muito feia e muito pobre" - OlhaQueVideo.com.br
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Uma menina de 9 anos não é convidada…
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Uma menina de 9 anos não é convidada por seus colegas: "ela é muito gorda, muito feia e muito pobre"

Por Roberta Freitas
12.099
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Infelizmente, algumas crianças aprendem desde cedo o que significa lidar com a maldade humana. Estamos, obviamente, falando de todas as vítimas muito jovens de bullying e exclusão, que não merecem certos tratamentos de terceiros: atitudes capazes de deixar uma marca por muito tempo.

Embora hoje haja mais consciência sobre o assunto do que no passado, o bullying ainda é um fenômeno muito presente. Percebemos isso quando lemos histórias como a que vamos contar a vocês, na qual uma menina de 9 anos teve que passar por uma rejeição "motivada" por sua aparência física. Sua mãe quis divulgar a história, provocando um acalorado debate na web.

"Muito estúpida, muito gorda, muito feia, muito pobre, muito barulhenta, selvagem e bagunceira". Se você pensa que um grupo de crianças não pode expressar tanta maldade, talvez porque ainda acredita que eles sejam "inocentes" e "inofensivos", mas você está muito enganado. A filha de Nicole, de 9 anos, não foi convidada para uma ocasião de confraternização justamente por causa daquelas horríveis "motivações", obviamente fruto de provocações maldosas e gratuitas.

Portanto, a menina não só teve que enfrentar a rejeição, mas também ficou profundamente impressionada com o que foi dito a ela. Embora os pais possam fazer o possível para confortar um filho que sofre bullying, as provocações e as ofensas sempre deixarão uma marca nas vítimas. Por isso, Nicole decidiu contar ao mundo o que tinha acontecido, no blog Love What Matters, descrevendo sem filtros as maldades que as crianças podem fazer contra os seus semelhantes.

"Aos nove, ela já está aprendendo como alguém se sente quando a negatividade do mundo parte seu coração", escreveu ela. "Nós, como pais, devemos apagar o ódio e cultivar confiança e resiliência no coração de nossos filhos". Com essas e outras palavras significativas, Nicole escreveu uma página importante e verdadeira na luta contra o bullying. Levantar a voz e dizer a própria opinião, aliás, também são fundamentais nesses contextos.

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Nenhuma criança, temos certeza, deve ser vítima de situações semelhantes, e todos, à nossa maneira, todos podemos fazer algo para melhorar a situação e lutar contra aqueles que acreditam que podem derrubar os outros por mera satisfação pessoal.

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