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Uma mãe solo vendia pão para pagar…
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Uma mãe solo vendia pão para pagar seus estudos: hoje ela realizou o sonho de ser professora

22 Julho 2021 • Por Roberta Freitas
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"Querer é poder" é uma das frases mais infladas da atualidade. Porém, esse lema, para alguns, vira uma verdadeira religião. Amelia Ruiz Villaverde mora no Paraguai, tem 26 anos, um filho de 11 meses e apenas um objetivo: obter a especialização para ser professora. Para se sustentar financeiramente e alcançar esse objetivo, decidiu vender pão e outros alimentos nas ruas de sua cidade.

Apesar de todas as dificuldades encontradas, esta jovem demonstrou grande determinação e pode ser considerada um verdadeiro exemplo a ser seguido por todos.

via: La Nacion

Parecia impossível, mas...

Sem dinheiro, sem emprego, mãe solo: Amelia Ruiz Villaverde - uma mulher de 26 anos com um bebê de 11 meses - certamente não estava em uma posição invejável ou financeiramente bem. Ainda assim, graças à sua vontade de ferro, ela conseguiu se formar ao terminar um curso superior para professores. Mas onde ela conseguiu o dinheiro para seus estudos?

Amélia conseguiu pagar as mensalidades e os livros vendendo nas ruas de sua cidade sopas e pães feitos com a tradicional massa paraguaia feita com mandioca e queijo, a chamada “chipa”.

Graças a um post no Facebook em que contou sua história, Amelia Ruiz se tornou um exemplo de sucesso no Paraguai, representando todas aquelas pessoas que, apesar das adversidades da vida, conseguem o que mais desejam.

“Hoje posso dizer com orgulho: 'Consegui!'. Apesar de todos aqueles dias de angústia, frio e lágrimas. Dias em que pensei, enquanto vendia chipa: 'Serei capaz de fazer tudo isso?'. E aqui estou eu, realizando um dos meus primeiros objetivos. Se você colocar algo em sua cabeça, nada é impossível. Depende apenas de você", escreveu Amelia.

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A disciplina sempre compensa...

Afinal, ser professora sempre foi o sonho dessa mulher; profissão que considera indispensável para o crescimento da sociedade. Tendo se tornado celebridade no Paraguai, Amélia foi entrevistada pelos principais jornais do país. No jornal La Nación del Paraguay, Ruiz disse que é muito difícil conciliar as tarefas de mãe, trabalhadora e aluna, e que tudo depende de "uma boa gestão do tempo e apoio familiar".

Uma disciplina de ferro que Amélia segue há vários anos, estudando das 7 da manhã às 15 da tarde e depois saindo para vender seu pão.

Para dificultar ainda mais as coisas, houve também a pandemia. Amelia foi forçada a seguir a maioria das aulas em seu telefone celular porque ela não tinha um computador. Isso também significou sérias dificuldades para seus estudos e para as provas escritas.

Tudo isso, porém, não impediu a jovem mãe, que teimosamente insistiu em seu caminho. Sua tenacidade e coragem foram hoje recompensadas com a oportunidade de um emprego como professora. Parabéns Amelia!

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