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Ao invés de perder tempo odiando quem te quer mal, se dedique a amar quem te quer bem

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Não devemos desperdiçar o nosso tempo e nossa energia alimentando o ódio contra aqueles que não querem o nosso bem, mas nos concentrar em amar aqueles que realmente nos amam. O ódio e o ressentimento são dois inimigos persistentes, que muitas vezes invadem nossas mentes, fazendo com que a gente caia em armadilhas feitas de emoções negativas e autodestrutivas.

Costuma-se dizer que "o ódio é o oposto do amor", mas isso não é verdade. O ódio é um exercício privado, mas cruel, um instinto primitivo em que diferentes emoções estão interligadas: da raiva, até humilhação e a aversão. O ódio pode nos levar a deixar de priorizar o que é realmente importante, como nosso equilíbrio ou as pessoas que nos amam.

O ódio é a morte da inteligência.

image: unsplash

Tanto Aristóteles quanto Sigmund Freud definiram o ódio como um estado no qual o sentimento de violência e aniquilação está presente. Martin Luther King falou dessa emoção como uma noite sem estrelas, na qual o ser humano perde toda a orientação.

O ódio não é cego, tem um objetivo concreto, uma vítima, um grupo de pessoas ou mesmo valores que não são compartilhados. Dessa perspectiva, muitas pessoas passam a desprezar os outros porque veem nelas certas virtudes das quais se sentem privadas.

Um estudo publicado na revista "Association for Psychological Science" em 2014 tentou estudar quais são os tipos mais comuns de ódio e em que idade aparecem na mente de uma criança.

image: unsplash

O primeiro dado relevante é que o ódio mais intenso é quase sempre gerado por pessoas muito próximas a nós, especialmente membros da família ou colegas de trabalho.

Em relação ao aparecimento do ódio, geralmente é em torno dos 12 anos. No estudo, essa emoção é apresentada como um elemento muito pessoal: o ódio mais verdadeiro é quase sempre projetado contra pessoas concretas, do seu próprio círculo íntimo.

O próprio Buda disse: "Quem te deixa com raiva te domina". Isso significa que o que desperta em nós o ódio e o rancor nos torna prisioneiros de uma emoção que se expande com a mesma intensidade e negatividade.

Em um mundo cheio de ódio, devemos ter a coragem de perdoar, devemos ter a coragem de sonhar. Ninguém merece uma existência como prisioneiro e de viver infeliz porque está impregnado de ódio.

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Mas como podemos nos liberar da armadilha do ódio?

image: Unsplash

O ódio não é cego, então podemos racionalizar e controlar esses pensamentos. A maneira mais direta e lógica de resolver o ódio é desabafar com a pessoa que o gerou, procurando conversar. Não podemos ter certeza de que a outra pessoa entenderá, mas no final isso não é importante: o importante é não guardar rancor, que acaba nos desgastando.

Depois desse desabafo, devemos definir um fim, dar um adeus, libertar-nos desse vínculo de desconforto pelo perdão, se possível, aceitando a dissonância, sem deixar nada estragar nossa calma e nossa autoestima.

Vamos desligar a voz do rancor e ativar o amor por nossos entes queridos e a paixão pelo que nos faz felizes. A vida é tão bonita... é realmente uma pena usá-la para odiar!

Tags: ÚteisPsicologia
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