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Um homem gay e solteiro conseguiu adotar uma garotinha que tinha morado sozinha no hospital por 1 ano

Por Roberta Freitas
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Pablo Fracchia é uma dessas pessoas admiráveis que dedicou toda a sua vida a ajudar os outros, especialmente os mais infelizes. O homem de 36 anos sempre esteve envolvido em várias causas humanitárias e sua ajuda em áreas onde ocorreram catástrofes nunca faltou. Hoje, no entanto, Pablo se dedica completamente a uma nova "aventura", sempre motivado por seu espírito altruísta: o jovem de Buenos Aires conseguiu adotar uma esplêndida menininha chamada Mia, que por um ano viveu sozinha em um hospital argentino, sem nenhuma família ao lado dela.

via: Infobae

Não é fácil que eles confiem uma criança a um homem solteiro e gay, então o caminho de Pablo foi muito árduo. O homem havia desistido há muito de seu sonho de ser pai, considerando as dificuldades burocráticas da questão. Quando, no entanto, Pablo tomou conhecimento dessa garota órfã e de sua história, ela não pode deixar de tentar esse caminho. A pequena Mia havia sido submetida a uma cirurgia difícil porque estava arriscando sua vida devido a uma perfuração intestinal e tinha passado todo o período pós-operatório sozinha, sem ninguém para abraçá-la ou consolá-la. Durante 1 ano e 10 meses, Mia viveu em um hospital argentino, completamente sozinha.

Pablo e outras 4 famílias tentaram adotar a pequena Mia. Pablo primeiro se certificou de ter o apoio de sua família, e depois tentou o impossível apoiado por sua mãe. Depois de assistir à entrevista com sua mãe, Pablo esperava uma resposta no dia seguinte; ele e sua mãe foram almoçar juntos e olhando nos olhos um do outro, Pablo percebeu que tinha pouca esperança. Mas durante o almoço o telefone tocou: era o juiz. Pensando que ele havia esquecido alguma coisa, Pablo respondeu, mas a notícia foi a mais feliz: "Pablo você ainda está aí com sua mãe? Não queremos que você receba essa notícia sozinho, esta ligação é para dizer que o escolhemos".

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Você não pode imaginar a alegria de Pablo, que depois daquele telefonema não conseguiu parar de chorar de felicidade

A partir desse momento, Pablo se tornou o pai adotivo de Mia. Quando se conheceram, a menininha não conversava e nem sequer andava, mas depois de muito pouco tempo na casa de Pablo, Mia começou a andar, dançar, conversar e dormir em paz, sabendo que seu pai a protegeria.

"Nós escolhemos você porque sabíamos que Mia precisava de uma pessoa que a abraçasse por um ano inteiro" - e foi exatamente isso que Pablo não parou de fazer desde que se tornou pai de sua linda garotinha.

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