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Segundo uma psicóloga, ser mãe, mas querer a liberdade que se costumava ter, é um instinto do qual você não deve ter medo

Por Roberta Freitas
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Ser mãe em tempo integral é uma das tarefas mais difíceis pela qual uma mulher pode passar na vida, mas quanta satisfação e amor a maternidade é capaz de dar. Cuidar dos filhos e ao mesmo tempo de si mesma não é nada fácil, é tudo uma questão de luzes e sombras, de desejos conflitantes e de coisas que acabam fazendo muita falta na vida de uma mãe. O que fazer quando se sente o desejo urgente de reservar um tempo para si mesma, para relaxar um pouco, mas ao mesmo tempo não se faz nada além de pensar nos filhos?

via: Naranxadul
image: Pxnio

Monica Bleiberg, psicóloga infantil e mãe de dois filhos, dá às mães alguns conselhos sobre como lidar com esse desejo conflitante. Em primeiro lugar, é preciso saber aceitar que o "trabalho" da mãe é uma ocupação que não é nada fácil; é um envolvimento total, tanto físico como psicológico, muito distante do conto de fadas que a sociedade nos vendeu durante todos esses anos.

Ser mãe implica sempre um momento de autorreflexão: porque amamos loucamente os nossos pequeninos mas ao mesmo tempo desejamos ardentemente dormir sem o despertador de manhã, sem os gritos do nosso filho, queremos ter um tempo para nós, sair e fazer compras, ir ao cinema, jantar fora, ver amigos que não vemos há muito tempo?

image: Needpix

Segundo a psicóloga infantil, esses pensamentos conflitantes dentro da psique da mãe são normais e aceitáveis; na verdade, são a prova contundente de que a mulher não se sacrificou totalmente pelo amor aos filhos; o último está lá e está sempre presente e nunca deixará de queimar como um fogo eterno, mas por trás da fachada de uma mãe perfeita há sempre um desejo oculto de recuperar a liberdade "perdida".

Segundo a psicóloga, essa ânsia de ter a liberdade do passado é absolutamente normal e deve ser abraçada como um instinto humano do qual não se deve sentir vergonha. Querer um momento só para nós não é o mesmo que amar menos os nossos filhos, vamos lembrar bem disso e aprender a nos amar um pouco mais como mães e como mulheres!

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