“Amo a minha filha, mas odeio ser mãe”: as palavras sinceras desta mulher fazem explodir a polêmica - OlhaQueVideo.com.br
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“Amo a minha filha, mas odeio ser mãe”: as palavras sinceras desta mulher fazem explodir a polêmica

25 Maio 2021 • Por Roberta Freitas
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Na sociedade de hoje, as mulheres ainda vivem com o fardo de se conformar com um único pensamento que as retrata como mães orgulhosas de seus filhos. Mas é mesmo tão comum sentir aquele desejo pela maternidade que, em algum momento, te leva a tomar a decisão de querer ter um filho? Digamos apenas que nem todas as mulheres sentem seriamente esse desejo, mas parece que a sociedade ainda não está preparada para lidar com isso. Se uma mulher não quer filhos, porque não se sente preparada ou por qualquer outro motivo, isso não deve ser um problema. A escritora Karla Tenório, 38 anos, conviveu com um terrível sentimento de culpa durante 10 anos e só em 2017 conseguiu se livrar de um fardo que, infelizmente, gerou uma polêmica bastante grande: "Eu amo minha filha, mas odeio ser mãe". Karla se tornou mãe apenas para atender ao desejo de paternidade do marido e, desde o nascimento de sua filha até hoje, diz que está arrependida. Mas atenção: ele ama profundamente a filha, só que não compartilha a maternidade da mesma forma que a sociedade nos propõe.

Karla Tenório é uma daquelas mulheres que, como tantas outras, não suporta que alguém pergunte: "Bom, então quando você vai ter um filho?"; ninguém deve ter o direito de interferir com tanta força na vida dos outros, com tais pedidos pessoais, que joguem uma pressão social sobre a mulher. Se uma mulher não quiser ter filhos, isso é um problema? Karla precisa se sentir culpada por isso? Karla ficou em silêncio sobre esse pensamento por dez anos, mas isso não significa que ela estivesse bem: desde o momento do nascimento de sua filha, ela gostaria de poder voltar atrás e, mesmo nos anos seguintes, sempre teve uma sensação de mal-estar geral em cobrir o papel de mãe. Um dia, ela conheceu um grupo de mulheres que pensavam exatamente como ela e, finalmente, conseguiu enquadrar melhor a situação.

Karla ama profundamente a filha, não há dúvida disso, mas odeia ser mãe, odeia "a ideia clássica da maternidade", segundo a qual ser mãe é a coisa mais linda do mundo e dedicar toda a própria existência para seus filhos e para o seu bem-estar é o único objetivo a ser perseguido. Se antes ela tendia a se sentir culpada, agora Karla entendeu que ser mãe e amar os filhos são duas coisas diferentes e que não há nada de errado em dizer as coisas como elas são. Seu testemunho quer ser um farol para todas aquelas meninas e mulheres que sentem que devem ter filhos, mas que, na realidade, não sentem nenhum estímulo e desejam simplesmente continuar sua vida sem filhos e sem se sentir culpada por isso.

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O que você acha, você compartilha do pensamento dessa mãe? Conte para gente nos comentários!

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