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Molly, a menina de um ano e meio que…
Um avô em isolamento chora de alegria quando vê seus netos recém-formados pela janela Abandonam um filhote na beira da estrada, fechado em uma sacola: um homem o salva e encontra uma família para ele

Molly, a menina de um ano e meio que venceu um câncer avançado após mais de um ano de tratamento

Por Roberta Freitas
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Existem histórias que conseguem ser belas fontes de inspiração, motivação e esperança para todos nós. Também não poderíamos descrever de outra maneira aquela que vamos contar, que tem como protagonista uma garotinha de 21 meses, que foi diagnosticada com uma patologia muito séria.

De sua história triste e difícil, no entanto, a menina conseguiu emergir, incorporando um modelo vivo de coragem, força e confiança, precioso para muitas crianças e muitas famílias que lutam contra doenças desse tipo.

via: WKBO

O nome dela é Molly Hughes e, de acordo com o que sua mãe Chelsea disse, quando ela foi diagnosticada com neuroblastoma em 2017, o golpe foi muito forte. E podemos imaginar: de fato, pense na situação trágica em que uma menina tão pequena é diagnosticada com um tumor que, segundo as estatísticas, tem uma taxa de sobrevivência de cerca de 50%.

O tratamento dos pacientes, especialmente aqueles tão pequenos, depende em grande parte do estágio em que o neuroblastoma se encontra quando é descoberto. No caso de Molly, a situação não era nada simples, pois era um "estágio 4", já particularmente avançado. Nesses casos, os tratamentos são muito difíceis e invasivos e, infelizmente, também foi assim para Molly. A terrível doença se espalhou por grande parte de seu pequeno corpo quando ela começou a se submeter a um plano médico.

Por 15 longos meses, a menina passou um total de 130 dias no hospital, onde recebeu transplantes de células-tronco, radioterapia, imunoterapia e, claro, quimioterapia. Um imenso esforço para a garotinha, mas que valeu muito a pena. Molly, de fato, se comportou como uma verdadeira lutadora, uma menina capaz de enfrentar até as situações mais complicadas.

Os múltiplos tratamentos fizeram com que Molly perdesse significativamente sua audição, e é por isso que ela terá que usar aparelhos auditivos. Tudo isso, porém, entrou em segundo plano quando a mãe anunciou que sua filha estava em acentuada melhora: o neuroblastoma, graças às terapias, entrou em remissão e isso deu imensa alegria à família.

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Embora haja altos riscos de recaída e Molly ainda precise se cuidar, essa criança demonstrou coragem e tenacidade que muitas pessoas, em seu lugar, não teriam. Chamar essa pequenininha de guerreira é, portanto, um eufemismo: ela é uma verdadeira heroína, uma fonte de positividade e desejamos somente o melhor para ela!

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