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Não adianta nada parecermos bons se…
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Não adianta nada parecermos bons se por dentro estamos cheios de rancor e ódio

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Muitas pessoas, se não quase todas, tendem a mostrar uma aparência bastante diferente do seu temperamento real para quem os vê de fora. O objetivo é gerar admiração e respeito, mas dando uma mensagem que é um pouco contraditória ao que se sente ou pensa. Os casos mais extremos são aqueles de indivíduos com uma alma perversa que mascaram sua verdadeira natureza fazendo o papel de alguém que é profundamente bom e espiritualizado.

Sem falar nos verdadeiros criminosos, praticamente todos nós, alguns mais ou menos, têm lados de sua personalidade que nem sempre são agradáveis, mas mesmo assim persistimos em realizar uma farsa em público quando, na verdade, somos muito diferentes. Não há nada de errado em não ser sempre irrepreensível, não querendo continuamente o bem e a felicidade dos outros, porque todos temos falhas e ninguém é perfeito. Talvez esteja exatamente nessa obsessão pela falsa perfeição o maior sofrimento, um sinal dos tempos modernos.

Isso é demonstrado pela realidade artificial e alterada das redes sociais, onde tentamos parecer melhores, dando a idéia de sermos completoss, resolvidos, felizes, serenos, gentis e sem máculas. Essa repressão constante do que é sua própria verdade gera desconforto e a alimenta.

Nos aceitar pelo que realmente somos representa o primeiro passo para resolver os conflitos internos e obter a verdadeira tranquilidade interior. Aqueles que estão verdadeiramente em paz com seu ego, até mesmo com aquele mais grosseiro e irascível, podem liberar seu melhor lado sem disfarçar, sem fingir. Talvez seja a ficção que pese mais, o pensar em não estar sempre no centro das atenções, o acreditar que temos que dar o melhor de nós mesmos sempre, por medo de sermos mal avaliados.

Mas qual é o sentido de se comportar como uma boa pessoa se dentro de nós encontramos raiva e ressentimento? Devemos nos orgulhar de nossa diversidade, porque é uma riqueza, mesmo quando nos torna associais ou desagradáveis. Aprender a suavizar os cantos da personalidade é como melhorar a si mesmo, negá-los significa mantê-los numa jaula e ser perpetuamente infeliz. 

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